Terça-feira, Junho 2, 2009

Resumo do livro “ A lua de Joana” de Maria Teresa Maia Gonzalez

    

  Este livro relata-nos uma história que se centra particularmente em duas amigas na qual uma delas faleceu devido ás drogas.

  A rapariga que se meteu nas drogas chamava-se Marta e a outra chamava-se Joana.

  Com a morte da Marta, Joana ficou muito afectada, porque como se costuma dizer: “ um tesouro nem sempre é um amigo, mas um amigo é sempre um tesouro”, então ela, para poder continuar a conferenciar e desafogar com a amiga, começou a escrever-lhe cartas todos os dias, a contar como correu o dia.

  Marta tinha um irmão que andava muito sublevado pela morte da sua irmã. Joana tinha uma vida muito entrelaçada e cheia de desprazimentos, isto porque, a seguir à Marta a segunda pessoa que reverenciava era a sua avó Ju que também acabou por falecer. Passado algum tempo Joana começou a amofinar-se pelo irmão da sua melhor amiga que tinha o nome de Diogo.

  A promotora realmente tem uma vida apavorante, para não bastar a morte da sua melhor amiga devido ás drogas. O rapaz por quem ela se entusiasmou meteu-se também no terrível e pavoroso “mundo das DROGAS”.

“ O mundo das DROGAS” foi-se juncando cada vez mais, acabando ela própria a não resistir, consumindo também drogas, graças a isso ela teve de mercadejar tudo o que tinha de mais valioso porque as drogas eram muito caras.

  A família estava a toda desassossegada e parafraseavam: “ O que será que a Joana tem?” e perguntavam-se:” Porque razão é que a Joana está tão magra?”, era um número de perguntas sem fim por dia, e o pior é que não obtinham nenhuma resposta e por esse fundamento é que estavam a desesperar.

  O que auxiliou foi que nem a Joana nem o Diogo tiveram o mesmo fim horroroso da confidente de Joana e irmã de Diogo, MARTA.


 

 

 

 

 

                   A minha opinião sobre o livro

 

 

  Quando li este livro, não pude deixar de pensar na forma como muitas vezes, deixamos para 2º plano aquilo que realmente é importante na vida.

  Este livro alerta-nos para a importância de estarmos atentos a nós e aos outros, e de sermos capazes de, em conjunto, percorrer um caminho que nos leve a uma vida plena…

  Neste livro encaixa-se bem a expressão: “ Nos livros aprende-se a fugir do mal sem o experimentar”. Um livro absolutamente extraordinário.   

Publicado por Dany em 22:36:58 | Permalink | Sem Comentários »

[Trabalho_de_Português]

Publicado por Dany em 08:31:22 | Permalink | Sem Comentários »

Segunda-feira, Junho 1, 2009

Sabes o que dirias a um extraterrestre?

 

Não sei bem o que dizer a um extraterrestre, principalmente se visse algum. Mas se visse um dizia-lhe “ola”, perguntava-lhe como é que era a vida lá no seu logar, etc. Dizia mais ou menos isto, mas acho que é pouca coisa, e também não chegava para o conhecer. Por isso ainda tinha que pensar em mais coisas para lhe dizer e perguntar. Vou fazer um diálogo entre mim e um extraterrestre: 
- Olá 
- Olá Eu
- Tá tudo bem lá por onde moras? 
- Sim, vai andando.
- Há, tá bem, e contigo está tudo bem? 
- Sim, e contigo também está tudo bem?
- Sim, como é que é mais ou menos o sítio onde moras! 
- Para mim é um sítio agradável, tenho lá a minha família, amigos, tem muito espaço para fazer actividades, para bricar, etc mas é muito diferente daqui. 
- Pois imagino. 
- Pois. 
- Tá bem, xau, obrigado por me dizeres como é o teu lar, e também por te conhecer um bocado. 
- De nada, xau.
Publicado por Dany em 23:22:18 | Permalink | Sem Comentários »

Texto do teste sobre a amizade

Para mim a maior prova de amizade é esta que vou contar agora: “Eu estava num mau dia, estava triste e sozinho, não me apetacia estar com ninguém, até que apareceu uma pessoa que resolveu sentar-se ao meu lado. Então essa pessoa sentou-se á minha beira e teve a conversar comigo, a cerca de porque é que eu estava triste e sozinho, e eu não lhe contei, porque eu estava sempre a dizer-lhe que não se passava nada, eu estava a mentir-lhe, porque eu não queria desabafar, queria ficar com todos os meus problemas só comigo. Mas essa pessoa continuava a insistir, e eu também continuava a mentir-lhe. Essa pessoa queria ajudar-me e eu não deixei, essa pessoa é uma boa amiga, mas eu não, ela qeria ajudar-me e eu não deixei.” É a isto que eu digo que é uma prova de amizade, uma pessoa que quer o bem da outra.
Publicado por Dany em 23:19:03 | Permalink | Sem Comentários »

ESTRUTURA GERAL DE UMA CARTA DE RECLAMAÇÃO

É importante que uma carta de reclamação respeite certas regras essenciais:
• Identificação do remetente (quem escreve a carta) e do destinatário (a quem é dirigida a carta);
• Menção da data e do local de envio;
• Descrição dos antecedentes;
• Exposição clara do que se pretende;
• Assinatura;
• Referência a documentos em anexo (se for necessário). Também é conveniente ter cuidado com a apresentação da carta:
• Escrevê-la à máquina ou num computador, para facilitar a leitura;
Guarde cuidadosamente uma cópia (uma fotocópia da carta já assinada) e, se a entregar em mão, peça que o destinatário a assine, com a menção “Recebi em ___/___/___”. Se se tratar de uma empresa ou outra entidade, também deverá ser carimbada.

(Nome e morada completa do remetente) António Luís Guimarães Rua das Berlengas,18 2675-000 ODIVELAS Tel. 21 9310000 (no caso de desejar contacto telefónico)

(Nome e morada completa do destinatário) MOBILEX, LDA. Rua da Ilha do Pessegueiro, 12 2675-000 ODIVELAS
 

(Localidade e data) Odivelas, 10 de Novembro de 2003

Carta registada com aviso de recepção
 

(Descrição sucinta do assunto da carta) Assunto: demora na entrega de sofá.

Exmo(s). Senhor(es),
 
(Antecedentes: descrição sucinta dos factos que levaram ao envio da carta)
 
No passado dia 16 de Outubro, dirigi-me ao se estabelecimento, sito na morada acima indicada, com a intenção de adquirir um sofá. Após escolher o modelo que me interessava, assinei a nota de encomenda e paguei o sinal exigido, no valor de 100 € (cem euros). No dia 21, foi-me entregue o sofá encomendado, mas, após breve análise, percebi que o mesmo tinha um defeito: um dos pés estava rachado.
 

(Caracterização da situação actual)

Perante tal facto, recusei o sofá, solicitando que me fosse entregue outro exemplar, em bom estado, o mais depressa possível. No entanto, apesar de me dizerem que não haveria problema e que a entrega seria feita, o mais tardar, até ao final do mês, ainda continuo à espera.

(Exposição clara do que se pretende)

Como é evidente, o atraso na resolução do problema tem trazido diversos transtornos à minha família. Por isso, venho exigir que o sofá me seja entregue, sem falta, dentro dos próximos 8 dias. Caso contrário, tenciono anular a referida encomenda e exigir a devolução do sinal.

(Fecho)
 

Sem outro assunto de momento,

(Assinatura)

António Luís Gomes

(Enumeração de cópias de documentos anexos)
 
Anexos: fotocópias da nota de encomenda e do recibo do sinal.

Publicado por Dany em 23:16:59 | Permalink | Sem Comentários »

Dia da Mãe

O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio. Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas. Em Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.
Publicado por Dany em 23:08:43 | Permalink | Sem Comentários »

Eça de Queirós- Biografia

José Maria de Eça de Queirós nasceu em Novembro de 1845, numa casa da praça do Almada na Póvoa de Varzim, no centro da cidade; foi baptizado na Igreja Matriz de Vila do Conde. Filho de José Maria Teixeira de Queirós, nascido no Rio de Janeiro em 1820, e de Carolina Augusta Pereira d’Eça, nascida em Monção em 1826.

Eça de Queirós foi baptizado como “filho natural de José Maria d’Almeida de Teixeira de Queiroz e de Mãe incógnita fórmula comum que traduzia a solução usada em caso similares nos registos de baptismo quando a mãe pertencia a estratos sociais elevados.

Uma das teses para tentar justificar o facto dos pais do escritor não se terem casado antes do nascimento deste sustenta que Carolina Augusta Pereira de Eça não teria obtido o necessário consentimento da parte de sua mãe já viúva do coronel José Pereira de Eça.

De facto, seis dias após a morte da avó que a isso se oporia, casaram-se os pais de Eça de Queirós, quando o menino tinha quase quatro anos. Por via dessas contingências foi entregue a uma ama, aos cuidados de quem ficou até passar para a casa de Verde milho em Aradas, Aveiro, a casa da sua avó paterna que em 1855 morreu.

Nessa altura, foi internado no Colégio da Lapa, no Porto, de onde saiu em 1861, com dezasseis anos, para a Universidade de Coimbra onde estudou direito.

Além do escritor, o casal teria mais seis filhos.

O pai era magistrado, formado em Direito por Coimbra. Foi juiz instrutor do célebre processo de Camilo Castelo Branco, juiz da Relação e do Supremo Tribunal de Lisboa, presidente do Tribunal do Comércio, deputado por Aveiro, fidalgo cavaleiro da Casa Real, par do Reino e do Conselho de Sua Majestade. Foi ainda escritor e poeta.

Em Coimbra, Eça foi amigo de Antero de Quental. Os seus primeiros trabalhos, publicados avulsos na revista “Gazeta de Portugal”, foram depois coligidos em livro, publicado depois da sua morte sob o título Prosas Bárbaras.

Em 1869 e 1870, Eça de Queirós fez uma viagem de seis semanas ao Oriente (de 23 de Outubro de 1869 a 3 de Janeiro de 1870), em companhia de D. Luís de Castro, 5.º Conde de Resende, irmão da sua futura mulher, Emília de Castro, tendo assistido no Egipto à inauguração do canal do Suez: os jornais do Cairo .Visitaram, igualmente, a Palestina Aproveitou as notas de viagem para alguns dos seus trabalhos, o mais notável dos quais o  mistério da estrada de Sintra, em 1870, e A relíquia, publicado em 1887. Em 1871, foi um dos participantes das chamadas Conferências do Casino.

Quando foi despachado mais tarde como administrador municipal de Leiria, escreveu a sua primeira novela realista, O Crime do Padre Amaro, que apareceu em 1875.

Tendo entrado na carreira diplomática, Eça de Queirós passou os anos mais produtivos de sua vida em Inglaterra, como cônsul de Portugal em Newcastle e em Bristol. Escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, A Capital, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Suas obras mais conhecidas, Os Maias e O Mandarim, foram escritas em Bristol e Paris, respectivamente.

Seu último livro foi A Ilustre Casa de Ramires, sobre um fidalgo do séc XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara que se passa no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada A Torre de D. Ramires, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Morreu em 16 de Agosto de 1900 em Paris. Teve funerais nacionais.

Está sepultado em Santa Cruz do Douro.

Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente vinte línguas.

Foi também o autor da Correspondência de Fradique Mendes e A Capital, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.

Publicado por Dany em 22:28:51 | Permalink | Sem Comentários »

Herói e Ídolo

Ainda há pessoas que acham que as palavras herói e ídolo tem algo em comum, mas não é o que se verifica. São tpalavras distintas, o herói assume um papel mais importante (relevante). Um Herói é uma pessoa pratica algo inesperado e inoportuno, que faz uma coisa que parece impossível mas que na verdade a ele não lhe custa assim tanto como pensámos, os heróisfazem alguma coisa de bem para o seu povo ou população. Sendo assim  Ídolo é uma pessoa que o  povo admira pelo que ela faz e põem em práctica. Exemplos de ídolos são cantores, escultores, bailarinos, actores, jogadores de futebol, pintores… Os ídolos como referências são imitados pelos seus fãs (hoje em dia os mais jovens é que são os mais influenciados da forma como os seus ídolos se vestem…), estes imitam a forma de vestir, o cabelo, imitam-se muitas coisas. Existem pessoas que de gostar tanto dos seus ídolos ficam extremamente abalados quando alguém diz alguma coisa de mal sobre ele(s). Eu acho que as pessoas têm muita tendência para imitar os seus ídolos, mas nem sempre isso é muito bom, pois cada pessoa tem o seu estilo,cada umé aquilo que é. Éobvio que interiormente nunca seremos iguais, mas exteriormente á aspectos na qual se tenta ser igual aos seusídolos. Como por exemplo o estilo de vestir, de andar, de falar e etc.  A minha opinião é que não devemos tentar imitar alguém, cada um é como é e não devemos mudar só porque o nosso ídolo é diferente de nós. 
 Ninguém é perfeito, por isso para quê imitar alguém?
Publicado por Dany em 22:12:46 | Permalink | Sem Comentários »

Sábado, Maio 2, 2009

Decidi fazer este pequeno resumo deste conto, tendo em conta que o estamos a analisar

                                                        O moinho dos desejos


 

  Numa aldeiazinha situada no Alentejo, vivera desde os 20 anos num calvário uma doce e bela senhora.

  Essa dama chamara-se Maria da Piedade, e vivia num calvário devido ao pai ser um bebedolas e a mãe ser uma pessoa desagradável.

  Farta da sua vida que levara em casa, aceitou o pedido de casamento de João Coutinho, não ligando ao estatuto de enfermo de que ele era portador. Mesmo assim, Maria da Piedade aceitara-o a fim de evitar a penhora da casa.

  Destes 2 seres humanos surgiram dois filhos saindo ao pai, ou seja, rabugentos remelosos atacados e muito mais adjectivos.

  Receberam então uma carta de Adrião - primo de João Coutinho na qual assinalava a sua chegada à vila. Adrião era um famoso romancista de Lisboa. A chegada dessa carta levantou logo ame certa excitação na casa de João Coutinho.

  Durante a perplexidade de João Coutinho, que tinha já tudo preparado para o receber, Adrião justifica-se dizendo que não queria ficar lá.

  Maria da Piedade admirava-se com Adrião, pois ao contrário do que ela pensara ele era muito simples. No 1º jantar que realizara falara-lhes de seus negócios: desejara vender uma fazenda.

  No dia seguinte, Adrião e Maria da Piedade foram á fazenda a pé. Durante o caminho ele dera-lhe vários conselhos, e por último combinaram ir até ao moinho.

  Depois de falarem com o Teles regressaram todos. D. Maria falara aí muito mais á vontade com Adrião. O passeio ao moinho fora encantador.

  Adrião achara digno de uma cena de romance, Maria não dissera nada. Sentaram-se e ficaram ali, envolvidos no silêncio campestre que os isolara. Adrião falara-lhe depois da vontade de ficar na vila para sempre. Iniciara então um cenário idílico: fazer-se moleiro e ficar com D. Maria; jantar com ela, conversar á luz das velas…

  Fora então que sucedera o inesperado Adrião, beijou-a!!!!!!!! Ela erguera-se e, ainda a tremer, dissera: “ È mal feito”. Foram imediatamente embora. No dia seguinte aparecera para se despedir.

  Maria da Piedade chorara virada para a janela. Amara-o, a seriedade dele, o ar honesto encantara-a desde o primeiro dia.

  Este amor invadira-a e, uma noite viera-lhe um pensamento à cabeça: se ele fosse meu marido?! Então, estremecera. Apertara os braços contra o peito e dera-lhe aquele beijo no moinho.

 

Publicado por Dany em 01:51:01 | Permalink | Sem Comentários »

Quarta-feira, Fevereiro 25, 2009

O diário de um mago de Paulo coelho

 Conta a odisséia de um homem através de mistérios da magia e do desconhecido… desvendando o universo e ele mesmo, em exercícios ensinados por seu mestre para descobrir a verdadeira magia…Passando pelo místico Caminho de Santiago, onde muitas lendas são feitas esse livro fala muito mais do que parábolas e pequenas histórias… ele fala em si da vida de um homem de uma forma muito mágica…Mais do que uma biografia é uma lição de vida… que fala muito além de nossas percepções do cotidiano. Ao mesmo tempo uma aventura e uma história que poderia acontecer com qualquer um.

Publicado por Dany em 22:12:26 | Permalink | Comentários (1) »